Legacy of Peace

 
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 Um(?) Vilão Travesso

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Como denominam-se os ossos dos dedos das mãos? / Qual é o elemental responsável por cuidar da terra, plantas e flores?
1 - Tarso / Sílfides
13%
 13% [ 1 ]
2 - Falanges / Gnomos
63%
 63% [ 5 ]
3 - Carpo / Ondinas
24%
 24% [ 2 ]
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Thay
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MensagemAssunto: Um(?) Vilão Travesso   Sex Jan 21, 2011 10:27 am

“ Um(?) Vilão Travesso ”


Nira: “Ele está ali!!” *aponta para um dos quartos da mansão* “Pegue-o Aya!!”

Coroa: *mostra a língua pra ambas* “Blehh!!”

Aya: “Deixa comigo!!” *corre na direção do quarto*

Narrador: “Aya corre velozmente e entra no quarto, deixando Nira pra trás por um instante, e ao adentrar-se”

Aya: *observa ao redor*

Narrador: “Quando Nira entra enfim no quarto a porta se fecha logo atrás dela, tornando possível se ouvir uma risada prolongada do lado de fora”

Coroa: “Hahahahaha que divertido brincar com vocês!!”

Nira: *tenta abrir rapidamente a porta* “Droga Aya!! Está trancada!!”

Aya: “Não acredito que ele nos enganou!!”

Coroa: *fala próximo a porta* “Relaxem meninas...a brincadeira está apenas começando! Hahahahahahaha” *sai correndo saltitante pelo corredor*

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Narrador: “Dipe, Kaydashi e Jeremy andavam por um outro corredor na ala sul da mansão, estavam bem longe das meninas, mas procuravam ainda pelo mesmo vilão...pelo menos, era isso que pensavam”

Dipe: “Nem sinal daquele moleque”

Kaydashi: “Shii... acho que estou ouvindo alguém”

Narrador: “Todos fazem silêncio..”

Kaydashi: *Sussurra aos amigos* “É por ali pessoal, vamos lá”

Jeremy: “Calma ai Kay!!” *segura ele pelo braço* “Temos que pensar num plano, afinal, estamos no território dele, ele tem vantagem sobre a gente”

Dipe: “É!! O Jery tem razão...”

Cara: *aparece no final do corredor* “Eiii caras!! Eu to aquiiii... lero lero” *mostra o bumbum pros meninos*

Kaydashi: “Seuu moleque!! Volta aqui!!” *sai correndo atrás dele*

Jeremy: “Não Kay espere...”

Dipe: “Tarde demais...” *olha pro Jery* “Vamos ter que ir atrás dele também agora”

Jeremy: “Temo que sim...”

Narrador: “Os rapazes correm atrás de Kaydashi, eles entram num enorme salão, e avistam Kaydashi já próximo da outra saída”

Dipe: *olha pra Jeremy e sussurra* “Acho que teremos que chamar a atenção dele de alguma forma pra que nos ouça...”

Jeremy: “Tem alguma idéia?”

Dipe: *sorri* “Kaydashi!! Páre de agir como criança!! Tá pior que esse vilãozinho que estamos enfrentando!!”

Kaydashi: *pára no mesmo momento em que ouve ser comparado ao vilão* “O que você disse Dipe?” *fica um pouco irritado*

Dipe: *olha para Jeremy* “Ao menos ele parou”

!!! BLAAAMMM !!!

Kaydashi: *se assusta e ao se virar pra porta encontra esta fechada*

Jeremy: “Essa não...Kay!! Corra pra cá!! Vamos todos sair pela outra...”

Narrador: “Antes que Jeremy pudesse terminar a frase...”

!!! BLAAAMMM !!!

Jeremy: “...porta...”

Dipe: “Ótimo.. estamos presos...”

Cara: *grita do outro lado da porta* “Idioootaaassss!!! Hahahahahaha”

Kaydashi: “Ahhh quando eu pegar esse garoto ele vai estar ferrado!!!”

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~ Voltando ao quarto onde estavam as garotas ~

Nira: “E agora? O que vamos fazer? Eu não acho que os meninos vão conseguir capturar essa criança sozinhos”

Aya: “Hahaha com certeza que não vão...Que acha de sairmos pela janela?”

Nira: “Olhaa é uma boa idéia” *sorri a amiga*

Narrador: “Quando as meninas estão se aproximando da janela ouvem alguns barulhos que eram similares a engrenagens e quando menos esperavam, um alçapão abrira logo abaixo de seus pés”

Aya: “Ahhhhhhhh!!”

Nira: *num reflexo pega a mão de sua amiga e consegue se segurar na beirada do alçapão* “Aya!! Se segure!!”

Aya: “Po-oo-de deixar” *olhando pra baixo*

Narrador: “Aya não conseguia enxergar o que havia lá embaixo, pois estava tudo escuro”

Aya: “Nira...” *engole seco* “...estou com medo”

Nira: “Ainda bem que não sou só eu então!!”

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Narrador: “Os rapazes se reúnem no centro do grande salão e começam a discutir o que fazer...”

Jeremy: “Bem, as portas estão trancadas”

Dipe: “E as janelas tem grades”

Kaydashi: “Argh!! Porque ele nos trancou aqui?! O que pretende afinal?”

Narrador: “Kaydashi jamais esperava uma resposta pra sua pergunta quando...consegue-se ouvir a voz de ‘Cara’ no salão”

Cara: “Eu pretendo me divertir com vocês...”

Jeremy: “E vai nos manter prisioneiros aqui até quando?”

Cara: “Ahh eu não vou mantê-los aqui em cima como prisioneiros...”

Dipe: *cochicha aos amigos* “Aqui em cima?”

!!! TROO-OONN-NNKK !!!

Narrador: “O chão começara a se afastar e a abrir uma enorme fenda no salão, aos poucos era possível observar uma escada que levava a algum lugar abaixo do mesmo... Os rapazes então se olham...”


Última edição por Thay em Seg Fev 28, 2011 8:00 pm, editado 4 vez(es)
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Thay
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MensagemAssunto: Re: Um(?) Vilão Travesso   Qua Jan 26, 2011 1:03 pm

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Nira: *sente a própria mão escorregar da onde está se segurando*

Aya: *percebe que sua amiga não vai aguentar ambas* “Nira...”

Nira: “Que foi Aya?”

Aya: “Você não tá aguentando...”

Nira: “É eu sei...”

Aya: “Vamos , me solte logo...”

Nira: *se sente triste pelo que terá que fazer..* “Aya... eu vou procurar os meninos e vamos todos te encontrar... eu prometo..e.. me desculpe...” *fecha os olhos e solta a amiga*

Aya: *enquanto cai grita* “Niraa!! Não se esqueça da sua promessa!!

Nira: *sobe o alçapão sentando no chão em seguida e ficando parada por um momento*

Narrador: “A felina enfim se levanta, e contornando o alçapão ela consegue sair pela janela, e agora se encontra encostada na parede, tendo o desafio de chegar ao próximo quarto e encontrar os rapazes.”

Nira: “Ahhh!!”

Narrador: “Seu pé escorrega, mas ela consegue voltar a se equilibrar, após alguns minutos chega enfim ao outro quarto, mas o que ela não sabia é que estava sendo observada”

Cara: “Você não tinha dito que tinha enfim se livrado dela?”

Coroa: “Eu não achei que ela fosse desistir da amiga... tsc.. darei um jeito nela logo mais...”

~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~

Narrador: “Enquanto caia Aya tentava não pensar o que a estaria esperando lá embaixo, quando...”

!!! PLUUFFFT !!!

Narrador: “Aya caira num grande colchão de ar.. ao olhar em volta, percebia alguns esqueletos humanos recostados na parede e também próximos ao colchão em que caira”

Aya: “Ahhhhhhhhhhh!!! Eu quero sair daquiiiiii!!!!”

Narrador: “Depois de muito gritar e chorar, ela percebe que os esqueletos estavam empoeirados, alguns inclusive tinham teias de aranha nos orifícios de seus olhos, o que a fazia querer sair ainda mais rápido dali”

Aya: “Nhaa cadê a saída desse lugar?” *procura...procura*

~ Ouve-se ao fundo ~

Coroa: *Muda sua voz com um aparelho eletrônico e fala num tom sombrio* “Não existem saídas aqui garota...”

Aya: *fica assustada com a voz que surgiu do nada, mas tenta responder com um tom de valentia* “Impossível!! Deve haver uma maneira de sair!!”

Coroa: “Você só sairá, se participar dos... Jogos Cegos!!!”

Aya: “Jogos Cegos? Que nome ridículo pra um jogo”

Coroa: *se sente provocado pela garota e fala por um momento longe do aparelho que alterava sua voz* “Não é não tá!! Eu gosto desse nome, sua boba!!”

Aya: “Ahh então é você garoto!!”

Coroa: *percebe o erro que cometeu e volta a falar sombriamente* “Não sou aquele garoto ridículo, e como dizia... Você pode tentar sair participando dos Jogos Cegos...”

Aya: “E se eu não quiser?”

Coroa: “Se recusar...Fará parte da minha coleção de ossos!!! Muahahaha”

Aya: *olha ao redor e decidira que não queria aquele fim para si* “Ta... eu participo desse jogo... e o que eu tenho que fazer?”

Coroa: “Que assim seja então!! Você deve responder corretamente a minha pergunta..”

Aya: “E se eu errar?”

Coroa: “Se você errar... a diversão começa...” *clica num botão e deixa que o computador assuma seu lugar, saindo em seguida da sala*

Narrador: “Algumas passagens próximas de Aya foram abertas, e de lá apareceram alguns outros esqueletos, estes eram totalmente mecanizados. Agora outra voz se dirigia a Aya..”

Computador: “Pergunta - Os Deuses, Osíris, Ísis e Hórus, são originalmente:

A- Irmãos.
B- Pai, Mãe e Filho.
C- Filho, Mãe e Pai.”

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~ Voltando ao salão ~

Narrador: “Kaydashi fica sem paciência...”

Kaydashi: “Você acha mesmo que eu vou seguir ordens de um moleque como você?” *se direciona a porta do salão* “Eu vou destruir tudo e te encontrar garoto!!”

!!! Punho de Gato !!!

Narrador: “Enquanto Kaydashi continuava socando a porta, sem obter êxito algum, Dipe e Jeremy conversam”

Dipe: “Parece que a nossa única saída seja descer essas escadas..”

Jeremy: “É... e quanto ao Kay?”

Dipe: “Deixe-o ai...quando ele perceber que está sozinho no salão ele virá atrás de nós, pode ter certeza”

Jeremy: “Então vamos”

~ Ouve-se ao fundo: !!! Punho de Gato !!! Punho de Gato !!! ~

Dipe: *olha pra Kay* *continua seguindo em direção as escadas*

Narrador: “Dipe e Jeremy começam a descer as escadas, onde cada vez mais ficava impossível de se enxergar o próximo degrau... Mas eles continuavam a andar, até que ao chegar no final destas, se deparam com três caminhos... cada um destes tinha uma tocha presa em seu começo...”

Dipe: “E agora... o que fazemos?”

Jeremy: “É melhor nos dividirmos...”

Narrador: “Dipe usa seu olfato para tentar guiar-se... O caminho a esquerda tinha cheiro de carniça, o do meio tinha cheiro de enxofre, enquanto que o da direita exalava um odor curioso de grama molhada. Ele conta o que sentira a Jery”

Jeremy: “Hummm...”


Última edição por Thay em Seg Jan 31, 2011 5:02 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Um(?) Vilão Travesso   Seg Jan 31, 2011 3:21 pm

Narrador: “Nira entra na suíte cautelosamente e olha ao redor se certificando que não havia ninguém nesta. A suíte em que se encontrava era muito aconchegante, a cama estava arrumada com algumas almofadas, que pareciam serem macias, mas a felina não se atreveu a experimentar. Ela andou um pouco pela suíte e ao entrar no banheiro percebeu que a banheira estava preparada para alguém tomar banho, ao tocar na água, esta se encontrava ainda quente...”

Nira: “Nossa, tá quentinha...ahh como eu queria tomar um banho agora..” *respira* “Mas não posso!! Tenho que achar um jeito de salvar a Aya!!”

Narrador: “No que a felina vira-se de costas, ouve-se algo vindo da banheira”

!!! Bluup – Bluuup !!!

Narrador: “Nira se aproxima da banheira e percebe que as bolhas vinham do ralo da mesma, e que estava tampado com uma rolha, uma vez que a banheira era antiga. Nira tira a rolha esvaziando toda a banheira, em seguida o fundo da banheira se desloca para baixo formando um escorregador, e repentinamente ouve-se.”

Coroa: “Você disse que tinha que salvar sua amiga, aí está uma passagem...”

Nira: < De onde esse garoto está falando? > “Ela vai me levar até a Aya?”

Coroa: “Haha, isso você só saberá se entrar...”

Narrador: “Nira fica pensativa por um instante, mas percebe que não tinha outra escolha, achar os rapazes naquela mansão demoraria muito, e tinha que socorrer logo sua amiga, sendo assim, a felina entra na banheira e se deixa escorregar até o final desta...”

!!! TIBUUUMMM !!!

Nira: < Água? > *olha em volta* “Isto..é um tanque?”

Coroa: “Sim, e este tanque tem 20 metros de profundidade...”

Nira: *olha pra cima e percebe que a saída do tanque está longe de seu alcance* “Excelente!! Como eu saio daqui garoto?!”

Coroa: “Você só sairá se participar de meus Jogos Cegos!! Muahahaha”

Nira: “E o que eu tenho que fazer então?”

Coroa: “Eu lhe farei uma pergunta, e você a responderá apertando os botões que estão lá no fundo do tanque na ordem correta...”

Nira: “Se eu errar?”

Coroa: “Se você errar eu diria que seria interessante ver quanto tempo você aguentaria debaixo d’água!!”

Nira: *engole seco* “Então diga logo!! Qual a pergunta??”

Coroa: “Um arco-íris tem 7 cores, quais são a 2ª, 4ª e 6ª cores?”

Nira: *fica pensativa*

Narrador: “A felina tenta tomar o máximo de ar que pode, e começa enfim a nadar para o final do tanque, ao chegar lá embaixo, ela sentia que seu ar já estava para acabar, e que tinha que responder logo a questão, senão não conseguiria voltar à superfície a tempo, ela encontra as seguintes alternativas:

1 – 2ª Verde; 4ª Laranja; 6ª Anil.
2 – 2ª Anil; 4ª Laranja; 6ª Verde”
3 – 2ª Laranja; 4ªVerde; 6ª Anil.

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Aya: “Isso é óbvio!! Eles são irmãos!! Dãã!!”

Computador: “Processando resposta...”

Narrador: “Aya olhava atentamente os esqueletos mecânicos, torcendo pra que estes não se movessem em sua direção. Seu pensamento foi interrompido quando o computador lhe dirigiu a palavra...”

Computador: “Resposta correta!! Abrindo portão lateral”

Aya: *olha os esqueletos mecânicos retornarem da onde surgiram e depois olha os outros esqueletos humanos* < Caramba, como eles não sabiam dessa resposta? >

Narrador: “A loba corre pelo corredor, onde, conforme ela passava, luzes automáticas iam se acendendo... Aya não tinha um destino apenas queria encontrar os outros. No final do corredor ela entrava numa espécie de armazém, onde havia vários tanques.”

Aya: < Que estranho... > *anda por entre os tanques*

Narrador: “Todos os tanques eram transparentes, alguns continham uns líquidos roxos, o que fez Aya acreditar que continham vinhos. Conforme caminhava, ao longe ela via alguma forma se mexer num desses tanques e se aproximara do mesmo curiosa para saber o que era...”

Aya: “Mas é a...” *respira assustada* “Niraa!!!” *começa a bater no tanque*

Narrador: “Nira que estava do lado de dentro do tanque ouvia as rebombadas dos socos de Aya no vidro, e isto a desconcentrava. A felina olhou para a loba e fez sinal negativo para que parasse com o que estava fazendo, Aya a entendeu e percebeu que ela tinha três botões a sua frente para apertar.”

Aya: *continua observando a amiga* < Será que ela está participando daqueles jogos também? >

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Dipe: “Então tá Jery, eu vou pelo do meio e você pela direita”

Jeremy: “Boa sorte, e...fique atento a tudo” *pega a tocha da entrada*

Dipe: “O mesmo vale a você” *pega a outra tocha*

Narrador: “Os amigos enfim se separam...”

~ No caminho do Meio ~

Narrador: “Dipe andava atento por aquele corredor, ele observava tudo o que nele havia, e desde que entrara no corredor, conseguia ver desenhado nas paredes algumas fórmulas, pareciam fórmulas usadas em química.”

Dipe: < Que lugar estranho, é tão diferente do restante da mansão... >

Narrador: “Ele continuava a andar, e logo a sua frente era possível enxergar uma porta enorme feita de ferro. Dipe a empurrara com força para que abrisse completamente. Adentrando-se na sala, o cheiro de enxofre se fazia ainda mais presente, e o lobo começou a entender o porquê.”

Dipe: *observa as prateleiras cheias de béquer’s, erlenmeyers, bicos de Bunsen, alguns compostos químicos, entre várias outras coisas que ele não sabia reconhecer o que era*

Narrador: “Dipe entrara cauteloso, aquele lugar parecia muito apto a uma explosão repentina, ele andou entre as bancadas, e estava tudo muito quieto até que...”

Cientista: “Hahahahahahahahaha conseguiii!!!!” *desliza pelo laboratório na cadeira de rodinhas em que estava* “Uhhhhhh isso é perfeito!!!”

Dipe: *olha surpreso com o velhinho que estava perto de si* < Com certeza é um cientista louco, espero que quando a Nira for cientista não fique tão doida assim, se bem que... >

Cientista: *olha pra Dipe e o analisa* “Uhhhh, mas que espécime rara que vejo aqui em meu laboratório hoooje!!” *corre com a cadeira perto do lobo* “Hummm sim sim...”

Narrador: “O cientista o olhava de cima a baixo, quando enfim levantou”

Cientista: “Huhuhu eu preciso de uma fita métrica.. preciso sim.. sim sim!!” *sai correndo e pára na frente de um armário, abrindo-o e pegando o que desejava, em seguida volta pra perto do lobo* “Vejamos” *começa a medi-lo*

Narrador: “O cientista medira o peitoral de Dipe, sua cintura e seus bíceps..e o lobo permanecera quieto, já que não estava entendendo nada...”

Cientista: “Humm você tem:: Peitoral = 102 cm; Cintura = 88cm e Bíceps = 33cm; Muito bom pra um nekomimi...” *olha com interesse pra Dipe* “Deixe-me estudá-lo mais? Faz tempo que não vejo um de sua raça”

Dipe: “Você está realmente pirado!! Eu tenho mais o que fazer!!” *vai em direção a porta do outro lado do laboratório*

Narrador: “O cientista volta a sentar-se em sua cadeira e a faz correr até a porta impedindo a passagem de Dipe, que o olha irritado...”

Dipe: “Escuta..ahn..senhor, eu preciso passar, tenho que deter um vilão...”

Cientista: “Então quer dizer que meu senhorzinho está brincando novamente né... humm bem, eu o deixarei passar, com uma condição...”

Dipe: “Qual?” *olha desconfiado ao cientista*

Cientista: “Que você me vença primeiro!! Caso contrário...”

Dipe: “Não existirá um caso contrário!!”

Narrador: “Provavelmente Dipe pensara que seria fácil derrotar o cientista, afinal, ele já era um senhor de idade, aparentava ter seus 75 anos, era magricelo, seus ossos estavam todos já bem aparentes, ou seja, fácil...Entretanto, o cientista tinha algo que lhe dava vantagem...seu próprio laboratório”

Cientista: *encara Dipe por um instante e depois corre para o outro lado da bancada, pegando um tubo de ensaio que estava em cima da mesma e o bebendo*

Dipe: < O que foi isso que ele bebeu? Hunf, não importa, deixa eu acabar logo com isso >

Narrador: “Dipe corre até onde o cientista se encontra e começa a desferir vários socos no abdômen do senhor, no começo o lobo não tem nenhuma dificuldade em acertá-lo, entretanto, o efeito do líquido que o cientista bebeu começa a deixa-lo mais ágil..

Agora o cientista consegue se defender facilmente dos golpes de Dipe, e além disso, consegue também contra-atacar...”

Cientista: “Agora vamos de igual para igual. Hahahahahahaha...ou quase, porque eu diria que você está em desvantagem...”

Narrador: “O cientista desfere vários socos no estômago de Dipe, e alguns ainda em seus ombros, conseguindo fazer com que o lobo cambaleasse para trás”

Cientista: “Uhuhuhu eu disse que eu estava na vantagem” *começa a dançar macarena, depois olha pra Dipe* “Desiste?”

Dipe: < Tsc, esse senhor está se achando... > “Você acha que só esses golpes me fariam desistir?”

Narrador: “O lobo vai na direção do velho louco, ao chegar próximo ele rapidamente se abaixa para esquivar do chute do senhor e lhe da uma rasteira conseguindo derrubá-lo. Sem esperar muito, Dipe senta no tronco do cientista e começa a desferir vários socos na cara dele..

Mas, surpreendentemente o cientista agarra a cabeça de Dipe com suas pernas e o lança para trás... Ambos então se levantam e se afastam...”

Dipe: *prestando atenção nos movimentos do cientista*

Cientista: *sem se desconcentrar de Dipe olha ao seu redor procurando outra poção*

Narrador: “O cientista corre para o outro lado do laboratório, mas desta vez Dipe não espera parado, ele corre atrás do louco. Quando o senhor estava para beber outra de suas poções, ele recebe um chute em sua mão que o faz deixar cair o vidro no chão..”

Cientista: *olha sério para Dipe* “Você está louco?”

Dipe: “Eu não, mas o senhor...”

Cientista: “Sabe quanto tempo levei pra fazer essa poção? E pra que né? Pra no final simplesmente nem prová-la...” *olha triste para o líquido esparramado no chão*

Dipe: < Humm... então vejamos >

Narrador: “O lobo se aproxima de outros frascos, pega alguns na mão e chama a atenção do cientista”

Dipe: “Esses o senhor também demorou pra fazer?” *balançando os vidrinhos*

Cientista: “Rapaz...não jogue isso no chão!!! São anos de estudo com esses líquidos!!”

Dipe: “Então vamos fazer um acordo, eu não estrago as coisas de seu laboratório e você me deixa sair dele imune...Que tal?”

Cientista: *respira* “Parece que você tem um acordo...”

Dipe: “Palavra de cientista?”

Cientista: “Sim sim, palavra de cientista, agora devolva minhas relíquias!!”

Dipe: “Pegue!” *joga os frascos ao senhor*

Narrador: “Ao jogar os frascos pro cientista, Dipe se direciona a porta que havia nos fundos do laboratório. Ao tentar abri-la, a mesma exige do lobo a senha..colocando então um teclado a sua frente...”

Dipe: “Senha? Grrr...” *se vira pro cientista* “Ei!! Que negócio de senha é esse?”

Cientista: “Você precisa da senha pra passar nekomimi...”

Dipe: “E qual é senha?!!!”

Cientista: “Até parece que eu vou lhe contar”

Narrador: “Dipe pega outro frasco numa prateleira que estava próxima dele e ameaça joga-lo no chão...”

Cientista: “Ei ei calma ai, eu posso lhe dizer a pergunta que o faz chegar na resposta..”

Dipe: “Então diga...!!”

Cientista: “Na tabela periódica, entre os metais de transição existe um elemento chamado Tungstênio..agora.. você deve adivinhar por si só qual a letra que representa ele”

Dipe: *Olha pro teclado que aparecera na sua frente*

Qual das letras a seguir representa o elemento Tungstênio na tabela periódica?:
1 – Y
2 – V
3 – W

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~ No caminho da Direita ~

Narrador: “Jeremy seguia com cautela pelo corredor. Conforme andava, podia perceber que nas paredes do mesmo começavam a aparecer algumas raízes de plantas...”

Jeremy: “Que coisa mais estranha...” *toca algumas raízes*

Narrador: “Chegando ao final do corredor Jery tinha uma visão esplêndida do lugar em que se encontrava. Era um lindo jardim, onde tinham vários canteiros com todos os tipos de flores, desde as mais belas rosas vermelhas, até o mais sutil dos lírios. Jeremy mesmo observando tamanha beleza andava cauteloso pelo jardim.”

Jeremy: “As aparências enganam Jery...”

Narrador: “Logo a sua frente havia um muro alto feito de plantas, onde havia uma entrada...Jeremy olhou ao seu redor e percebeu que esse era o único caminho que poderia seguir para tentar achar a outra saída daquele lugar..”

Jeremy: “Então vamos nessa...” *entrando naquele caminho feito de plantas*

Narrador: “Jery começara a andar por entre aquele muro alto, ora ele seguia em frente, depois virava a direita, seguindo pra esquerda numa outra bifurcação, até que..”

Jeremy: “Que droga!! Eu tenho certeza de que já passei por essa rosa branca...” *olhando ao redor* “Isso literalmente é um labirinto”

Cara: “Hahahahaha tá perdido é?”

Jeremy: *olha ao redor* < De novo esse moleque > “Não estou perdido!!” *volta a andar pelos caminhos do labirinto*

Cara: *fala ironicamente* “Ahan...mas tenho certeza de que já vi você fazer esse caminho”

Jeremy: “Tsc, o que você quer agora hein?”

Cara: “Serei direto, participe dos meus Jogos Cegos!!”

Jeremy: “Porque eu deveria?”

Cara: “Porque é a única maneira de você conseguir sair desse labirinto..ou prefere morrer nele hum?”

Jeremy: “E porque você me faria participar de um jogo que irá me ajudar hein?” *pergunta desconfiado*

Cara: “Na verdade, você só será ajudado se acertar as questões, mas se errar...bem, aí começa a verdadeira diversão!! Hehehehehe”

Jeremy: < Sabia que não era tão simples assim > “Tá certo, eu participo..então qual a primeira pergunta?”

Cara: *programa o computador*

Computador: “Qual o nome da flor que está no título de um livro representando o codinome de uma dama?”

1 – Rosa
2 – Margarida
3 - Camélia

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Kaydashi: *se cansa de socar a porta e olha ao redor* “Ué!! Pra onde aqueles dois foram?”

Cara: “Eles já desceram as escadas há muito tempo, você foi deixado pra trás”

Kaydashi: “Como assim!! Eles querem ficar com a diversão só pra eles é?!Tsc” *corre escada abaixo*

Narrador: “Enquanto Kaydashi descia, ele percebia que o odor não era nem um pouco agradável. Ao chegar na bifurcação dos caminhos, o gato percebe que só havia uma tocha pendurada em um dos caminhos”

Kaydashi: < Hum, os caras devem ter ido pelos outros caminhos, bom...então só me resta esse > *pega a tocha e segue pelo caminho da esquerda*

Narrador: “O odor daquele caminho se fazia cada vez mais forte conforme Kaydashi ia mais além...”

Kaydashi: < Ecaa que cheiro de carniça meu... que nojo... >

Narrador: “Na metade do caminho, Kay começou a observar que haviam restos de pessoas, alguns braços, pés, troncos...todos destroçados, entretanto, suas carnes ainda estavam em decomposição, o que fazia Kaydashi pensar que isso não teria acontecido a muito tempo...”

Kaydashi: “Deve ter algum bicho poderoso lá na frente” *começa a ficar empolgado* “Uhhh e eu vou acabar com ele sozinho!! Yeahhhh!!” *correndo pra chegar mais rápido no final do longo corredor*

Narrador: “Ao final do corredor, Kaydashi se surpreende com o tamanho do salão onde havia parado, percebe ainda que o chão do mesmo estava coberto com muitos mais restos de corpos, cabeças cortadas mostrando o cérebro, algumas mãos espalhadas sem a maioria dos dedos, partes de pernas mostrando toda a musculatura, mas, uma coisa que todos tinham em comum, era que ainda estavam apodrecendo suas carnes, o que por um momento, deixou Kaydashi enjoado...”
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Thay
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MensagemAssunto: Re: Um(?) Vilão Travesso   Seg Fev 28, 2011 7:58 pm

Kaydashi: “Isso aqui está mais bagunçado que o meu quarto”

Narrador: “Kaydashi resolvera apagar sua tocha, uma vez que o salão tinha iluminação suficiente, e passa a andar cautelosamente por entre os corpos, observando que nem todos tinham feições humanas, alguns eram nekomimis, sendo a maioria homens, quando de repente a iluminação daquele salão diminui consideravelmente”

??: “Humm parece que meus queridos têm um brinquedinho novo”

Kaydashi: “Quem está ai?!!”

~ Ouve-se alguns rosnados ~

??: “Calma crianças, temos que seguir direito as regras, não posso soltá-los ainda..”

Narrador: “ Kaydashi olhava ao redor, mas não enxergava muito longe devido a escuridão, sendo assim não conseguira distinguir quem era que conversava com ele”

Kaydashi: < Argh droga!! Não consigo enxergá-lo.. >

??: “Então nekomimi, a que devo a honra de sua visita?”

Kaydashi: “Eu vim lutar!! Apareça logo seu covarde!!”

??: “Humm lutar..entendo, mas as regras do jogo são diferentes...”

Kaydashi: “De que jogo você está falando?” *se virando para tentar descobrir onde o homem se encontra*

??: “Dos Jogos Cegos é claro”

Kaydashi: “Que mané jogos cegos cara!! Apareça logo!!”

??: “Quanta impaciência...façamos assim, você tenta responder a essa primeira pergunta que lhe farei, se responder certo, a luz da sala irá aumentar um pouco..”

Kaydashi: < Hum...seria mais fácil para eu descobrir onde ele está com um pouco mais de luz > “Tá certo...dai lutamos em seguida... faça logo a pergunta!”

!!! Grrrrr Au au au Grrrrr !!!

??: < Mal sabe ele... > “Primeira pergunta: Qual dos três ossos é aquele que fica virado pra cima quando você faz ‘joinha’ a alguém?

A – Úmero
B – Rádio
C – Ulna”

Kaydashi: “Que pergunta mais ridícula...eu me recuso a responder...vamos faça uma mais difícil”

??: “Responda garoto...se acertar lhe farei outra”

Kaydashi: *pensa por um instante e faz joinha* “Há já sei!! É o úmero óbvio!!” *sorri todo confiante*

??: “Errado...”

Kaydashi: “Como assim errado?!!”

~ Barulhos de correntes sendo soltas ~

??: “Vão minhas crianças, divirtam-se com o nosso convidado” *solta dois dos quatro rottweiler que segurava*

Narrador: “Kaydashi não sabia o que estava acontecendo, até que recebe uma mordida forte em sua perna...”

Kaydashi: *soca o focinho do animal* “Cães?!!”

??: “Se você conseguir vencê-los eu lhe darei a honra de lutar comigo, mas duvido muito que consiga, caso você não saiba...todos esses corpos no chão eram os brinquedos de minhas crianças...”

Kaydashi: “Detesto cães!!” *tentando sentir o cheiro dos animais para conseguir se defender melhor*

Narrador: “Entretanto, Kay começara a perceber que aqueles corpos não estavam ali apenas para ‘enfeite’, o cheiro que deles vinha atrapalhava seu olfato aguçado, além de atrapalharem também seus movimentos..

Os cães se aproximavam lentamente de Kaydashi, cada um por um lado, analisando sua próxima vítima, até que o primeiro cão pula sobre o peito de Kay, conseguindo derrubá-lo no chão, e o segundo logo avança na perna do gato, mordendo-lhe no calcanhar.”

Kaydashi: *protegendo o rosto contra as investidas do animal e movimentando a perna tentando se soltar do outro* “Cachorro idiota!!” < Que droga!! Como vou sair daqui?!!>

Narrador: “Kaydashi pensa num plano, ele rapidamente segura ambas as patas dianteira do cão que estava em cima de seu peito e o lança para longe, em seguida toca no chão procurando algo para bater no outro cão, e encontra um osso de uma perna...”

Kaydashi: < Isso deve servir> *batendo na cabeça do outro cachorro com força* “Me larga seu animal retardado!!!”

~ Ouve-se um assovio ~

??: “Venham cá minhas crianças” *passa a mão na cabeça dos animais* “Ele foi malvado foi? Machucou vocês?...”

Kaydashi: *tentando se levantar* < Arghh que dor no meu calcanhar...> “Cara!! Você é muito medroso né, vem me enfrentar de homem pra homem!!”

??: “Eu não sou o Cara, mas vou ser misericordioso com você”

Kaydashi: “Ahh qual é mano...”

??: “Vou lhe fazer outra pergunta, se você acertar eu faço o que disse anteriormente, de acender um pouco as luzes...mas se errar...bem acho que já pode se considerar morto...”

Kaydashi: *engole seco mas tenta parecer confiante* “Vai...diz ai então!!”

??: “Como denominam-se os ossos dos dedos das mãos?”

A – Tarso
B – Falanges
C – Carpo ?

~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~

Narrador: “Nira aperta os botões na seguinte ordem: 2ª Laranja; 4ªVerde; 6ª Anil, e imediatamente Coroa a responde..”

Coroa: “Nah, assim não tem graça, você não pode acertar!!”

Aya: < Ufaaa...ela conseguiu >

Nira: *olha pra Aya e faz sinal de positivo, começando a nadar para a superfície do tanque*

Coroa: *clica num botão*

Narrador: “Ouve-se em todo o armazém um som estridente, e as garotas logo percebem que no tanque em que a felina se encontrava estava surgindo uma espécie de tampa circular, que impedia a felina de chegar à superfície para pegar ar...”

Aya: “O que é isso?!! Niraaa!!!”

Nira: *observa a tampa formada logo acima de si e começa a desferir socos na mesma*

Coroa: “Hahahaha agooora simmm!! Isso está mais interessante!! E não adianta felina..você não conseguirá sair daí..”

Aya: “Você disse que ela acertou!! Liberte-a!!”

Coroa: “Não quero...bleeehhh!!”

Narrador: “Aya entra em desespero ao ver sua amiga lá dentro e já quase sem ar, então começa a correr envolta do tanque, chutando e desferindo vários socos neste, para tentar quebrá-lo, enquanto que Nira pelo lado de dentro também chutava-o e socava-o com o mesmo objetivo.

O tanque parecia ser feito de vidro, entretanto, por mais que as meninas tentassem, não estavam conseguindo formar nenhuma rachadura no mesmo, e isso deixava ambas as garotas ainda mais desesperadas...

A felina sentia que restava só mais um pouco de ar em seus pulmões então chamou a atenção de Aya para si e nadou um pouco mais para baixo para que ficasse na mesma altura que sua amiga...Nira olhava para Aya e sorria, querendo lhe dizer que estava tudo bem...que ela já estava se conformando a não sair dali com vida..”

Aya: “Não!! Você está enganada!! Como pode estar tudo bem???!! Eu não vou deixar você morrer!! Tá me ouvindo Nira? Tá me ouvindo?” *fecha os olhos com força e deixa que suas lágrimas escorram por seu rosto* “Eu não quero que você morra!!” *continua a bater no vidro*

Narrador: “Nira batia também pelo lado de dentro, mas sua única intenção era chamar a atenção de Aya novamente. No que a loba volta a encará-la Nira coloca a mão no vidro na direção do coração de Aya e meche os lábios devagar para que ela a entendesse...”

Nira: “Eu vou estar viva dentro do seu coração e no dos meninos também..”

Aya: *entendendo o que Nira dizia e balançando a cabeça negativamente* “Não...não diga nada..você vai ficar sem ar mais rápido assim..não fale...” *escorrem lágrimas dos olhos*

Nira: “Diga a todos que foi uma honra me aventurar com vocês...e que...” *sai uma bolha de ar de sua boca* “Eu...estarei sempre com vocês nas próximas aventuras...em seus corações...”

Narrador: “Ao dizer a última frase, Nira perdera todo seu ar e fechava os olhos devagar, mantendo ainda um sorriso nos lábios...e enfim perdendo a consciência...”

~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~

Narrador: “Olhando o teclado Dipe se lembra de Nira lhe explicando algumas coisas de química...”

Dipe: “Hehe, esse eu me lembro e muito bem” *aperta o botão ‘W’*

~ Porta abre-se ~

Cientista: “Como você sabia?”

Dipe: *olha confiante pro cientista* “Eu tenho uma amiga cientista, ela me explicou sobre esse elemento há alguns dias”

Cientista: “Amiga que é cientista? Huhuhu que interessante!! Traga-a aqui depois... dai poderemos conversar sobre compostos químicos... sim simmmmm seria muitooo interessante... dai dai eu poderia estuda-la hihihi simmmmm!!!” *olhos brilhando*

Dipe: “Você só pode estar de brincadeira...”

Cientista: “Claro que não!! Aliás, já que ela é cientista...” *olha nas prateleiras, depois dentro de seus armários* “Ahá!! Aqui está” *entrega a Dipe uma poção sem rótulo* “Entregue isso a ela...huhuhu diga a ela que eu a desafio a descobrir qual a ‘habilidade’ que esta poção proporciona, mas é claro, sem bebe-la”

Dipe: *olha desconfiado pro cientista e pra poção em sua mão* “E se eu me recusar a entregar isso a ela?”

Cientista: “Naah, você vai mesmo estragar a brincadeira? Entregue a ela, aposto que ela vai adorar pesquisar algo que desconhece, pelo menos, os cientistas servem pra isso né? Hehehehe pesquisar o desconheciiiiiiidoooooo” *se senta em sua cadeira e a desliza para longe de Dipe*

Dipe: *observa novamente o frasco em suas mãos* < O que vou fazer com isso agora?...>

Narrador: “O lobo guarda a poção no bolso de sua calça e sai do laboratório. O caminho que agora percorria fazia uma curva para a esquerda e estava iluminado. Dipe não precisara andar tanto e logo a sua frente havia outra porta...”

Dipe: “Ai ai, lá vamos nós de novo”

~ Na sala de controles ~

Coroa: “Cara!! Você disse que dava conta dos moleques!!”

Cara: “Tsc eu sei eu sei!! Vou preparar uma surpresa pra esse lobo, deixe ele comigo!! Aliás, você gravou a cena das garotas?”

Coroa: “Com certeza!! Aquela foi a melhor cena de todas as nossas brincadeiras até hoje”

Cara: “Hehe então vamos usá-la a nosso favor...”

Coroa: “Uhhh conte-me o que você está pensando irmão”

~ Voltando aonde estava Dipe ~

Narrador: “Ele abre a porta, e fica atento a tudo, aquela sala estava cheia de livros, alguns troféus de esportes, uma escrivaninha com um monitor de última geração e um lindo porta retrato de uma jovem humana em cima da mesa”

Dipe: “Essa sala não parece ter nada demais, mas o caminho do laboratório me traz até aqui, não tinha outra passagem... e agora... esse é o fim da linha?”

Narrador: “O monitor se liga e nele começa a passar a cena das meninas desesperadas no tanque de água”

Dipe: “São as meninas? Nira?! Está em apuros?!! Drogaa, tenho que encontra-las”

Narrador: “O lobo corre em direção a porta, mas a mesma se fecha rapidamente...”

Cara: “Hahahaha está com pressa lobo?”

~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~_~

Jeremy: < Humm vejamos...>

Narrador: “Jeremy fica pensativo por alguns minutos...”

Jeremy: “Seria... a Rosa?”

Cara: “Aeeeee!!! Você acabou de errar a respostaaa!!” *aciona o programa*

Narrador: “Jeremy começa a ouvir alguns barulhos estranhos vindos de dentro dos muros do labirinto, e quando menos espera, alguns cravos e outras flores que tinham espinhos, mas que ele desconhecia eram atiradas em sua direção”

Jeremy: “Mas que droga!! Que tipo de ataque é esse?!!” *começa a correr pelo labirinto tentando não ser atingido pelas flores e seus espinhos*

Narrador: “O ataque continuava, e a roupa de Jeremy ia ficando com vários rasgos, até que algumas flores começavam a cortar sua pele diretamente, o fazendo sangrar um pouco...”

Jeremy: “Arghh isso arde!!” *continua a correr*

Cara: “Hahahahaha vai ficar mesmo correndo humano? Você vai se perder ainda maaaaissss”

Jeremy: < Ele tem razão...mas se eu ficar parado serei um alvo muito mais fácil> “Tive uma idéia!!”

Narrador: “Jeremy pára por um instante, mesmo com todas aquelas flores sendo lançadas em sua direção ele tenta conversar com Cara”

Jeremy: “Eu te lanço um desafio garoto!!”

Cara: “Desafio? Você está querendo controlar o meu jogo?”

Jeremy: “Claro que não!! Vou lhe propor uma coisa!! ” < Arghhh espinhos malditos!!>

Cara: “Diga...”

Jeremy: “Faça-me outra pergunta... qualquer tipo de pergunta.. se eu acertar você pára de me atacar com esses espinhos...”

Cara: “E se você errar?”

Jeremy: “Dai farei qualquer coisa que você me pedir...”

Cara: “Huhuhu isso está interessante, está certo...eu topo...ai vai a próxima pergunta” < Hehe, ele nem imagina o que vai acontecer com ele...>

Computador: “Qual é o elemental responsável por cuidar da terra, plantas e flores?”

A – Sílfides
B – Gnomos
C – Ondinas ?
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